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Primeiro livro sobre REA no Brasil será lançado hoje

Primeiro livro sobre Recursos Educacionais Abertos (REA) no Brasil será lançado hoje, dia 30, em São Paulo.

 

A cerca de um mês do Congresso Mundial sobre Recursos Educacionais Abertos (REA), liderado pela Unesco em Paris, com a presença de ministros de Educação e outras autoridades governamentais de vários países, será lançado hoje, dia 30 de maio, durante o Simpósio REA na Casa de Cultura Digital, o primeiro livro com artigos reflexivos e experiências brasileiras na área.

Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas e políticas públicas, organizado por Bianca Santana (Instituto Educadigital/Casa de Cultura Digital), Carolina Rossini (Projeto REA Brasil/GPOPAI-USP) e Nelson Pretto (UFBA), trata da questão da educação aberta e dos recursos educacionais abertos. Com a publicação, os autores esperam ampliar o debate sobre os usos da internet nas escolas, da democratização do acesso à internet e aos recursos educacionais a populações de menor renda. A obra trata ainda das possibilidades de a internet contribuir para o desenvolvimento humano, principalmente no direito de todos à aprendizagem ao longo da vida.

Financiado pelo edital de publicações do Comitê Gestor da Internet (CGI) no Brasil e pela Open Society Foundation, trata-se de uma publicação conjunta da EDUFBA e da Casa da Cultura Digital. Cada um dos capítulos aborda o tema de uma perspectiva diferente, prática ou teórica, já que foi produzido de forma colaborativa a partir de uma chamada na comunidade REA Brasil. Todo o processo de produção foi aberto, com intensivo uso de softwares e fontes livres. Os autores são professores da educação básica, acadêmicos e profissionais da área da educação e das ciências sociais, entusiastas e ativistas da cultura livre e digital, políticos, juristas e gestores públicos.

Além da versão impressa, o livro está disponível na internet de forma que todo o conteúdo pode ser baixado, utilizado e remixado à vontade. A EDUFBA é uma das editoras que participa do pioneiro projeto REA Scielo Livros e em breve o livro também estará disponível no site do Scielo.

O Livro

Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas e políticas públicas

Bianca Santana, Carolina Rossini e Nelson De Luca Pretto – organizadores

Edufba e Casa da Cultura Digital via Maracá Educação e Tecnologias.

ISBN: 978-85-232-0959-9

Sumário

    1. Apresentação – Bianca Santana, Carolina Rossini e Nelson De Luca Pretto
    2. Educação aberta: configurando ambientes, práticas e recursos educacionais – Tel Amiel
    3. REA: o debate em política pública e as oportunidades para o mercado – Carolina Rossini e Cristiana Gonzalez
    4. Educação aberta: histórico, práticas e o contexto dos recursos educacionais abertos – Andreia Inamorato dos Santos
    5. Professores-autores em rede – Nelson De Luca Pretto
    6. Formatos abertos – Sergio Amadeu da Silveira
    7. REA na educação básica: a colaboração como estratégia de enriquecimento dos processos de ensino-aprendizagem – Lilian Starobinas
    8. Materiais didáticos digitais e recursos educacionais abertos – Bianca Santana
    9. Aberturas e rupturas na formação de professores – Priscila Gonsales
    10. Recursos educacionais abertos na aprendizagem informal e no autodidatismo – Rafael Reinehr
    11. Wikimedia Brasil e recursos educacionais abertos – Heloisa Pait, Everton Zanella Alvarenga e Raul Campos Nascimento
    12. Produção de REA apoiada por MOOC – Marcelo Akira Inuzuka e Rafael Teixeira Duarte
    13. Equilíbrio entre os direitos autorais e as necessidades da educação – Paulo Darcie entrevista Paulo Teixeira
    14. Uma política estadual de REA para beneficiar professores, alunos e o poder público – Paulo Darcie entrevista Simão Pedro
    15. A experiência pioneira do município de São Paulo – Paulo Darcie entrevista Alexandre Schneider
    16. Projeto Folhas e Livro Didático Público – Paulo Darcie entrevista Mary Lane Hutner
    17. A experiência REA em um colégio tradicional da cidade de São Paulo – Paulo Darcie entrevista Valdenice Minatel e Verônica Cannat

O evento de lançamento

Transmissão ao vivo pela internet: Educação Aberta

Programação

30 de maio (quarta-feira)

14:00-15:45 – Abertura: REA e a educação brasileira (Alexandre Shneider, Simão Pedro e Bianca Santana)
16:15-18:00 – Políticas públicas, padrões, e licenças (Sergio Amadeu, Cristiana Gonzalez, Priscila Gonsales)
19:00-21:00 – Lançamento do livro

31 de maio (quinta-feira)

09:30-11:00 – REA na educação básica (Mary Lane Hutner, Tel Amiel, Nelson Pretto)
11:30-13:00 – REA na educação superior e não formal (Adriana Luccisano, Marcelo Akira, Andreia Inamorato)
13:00-13:30 – Fechamento

Simpósio e Lançamento do Livro REA

Dias 30 e 31 de maio a Casa de Cultura Digital em São Paulo será palco do Simpósio Recursos Educacionais Abertos: Promovendo o Acesso e Intercâmbio de Conhecimento e lançamento do livro “Recursos Educacionais Abertos: Práticas colaborativas e políticas públicas”.

O Instituto Educadigital estará presente no evento com Bianca Santana – diretora de educação do IED e uma das organizadoras do simpósio e do livro e com Priscila Gonsales – diretora executiva do IED, que participará da mesa Políticas públicas, padrões, e licenças. Débora Sebriam do Projeto REA Brasil estará cobrindo todo o evento para o site REA.

Neste momento onde o conceito (REA) comemora dez anos em 2012 de uma trajetória em franca ascensão no Brasil e no mundo, é importante refletir sobre sua contribuição para uma educação universal de qualidade. Existem atividades significativas em municípios e estados, bem como por iniciativas federais. Um projeto com esta abrangência e granularidade necessita de um espaço de articulação com especialistas e público das várias áreas relacionadas para que seja possível mapear sucessos e caminhos a trilhar. O objetivo desse evento é apresentar projetos, discutir propostas, e apresentar o universo REA de uma maneira abrangente”.

Também estão entre os convidados o deputado Simão Pedro – autor do projeto de lei estadual REA, Alexandre Shneider – Secretário de Educação do Município de São Paulo, Sérgio Amadeu – UFABC, Nelson Pretto – UFBA, Adriana Luccisano – Scielo e muitos outros atores importantes do cenário REA no Brasil.

As inscrições estão abertas até 29/05 e são gratuitas!

Inscreva-se, confira toda a programação e veja o link para a transmissão ao vivo em Educação Aberta.

Licenças flexíveis: como e por que usá-las em blogs voltados à educação

Com as plataformas de blogs evoluindo, tornando-se extremamente amigáveis, e com o uso das TICs sendo percebido positivamente nos contextos educacionais, os blogs se difundiram entre educadores, que agora descobrem os outros aspectos relacionados ao mundo virtual e à blogosfera, a exemplo das licenças, uma vez que propriedade intelectual é assunto dos mais relevantes nesse contexto.

Como disponibilizar o seu conteúdo e definir qual será o grau de liberdade que você sugere aos que quiserem usar o conteúdo que você criou? No Brasil e no mundo, as licenças flexíveis, que têm no Creative Commons a bandeira mais conhecida, ganham espaço em diversas áreas, inclusive na educação. Sugerem e estimulam que os conteúdos – independentemente do formato em que estejam: vídeo, texto, áudio – devem estar à disposição para serem úteis à ampliação e difusão do conhecimento.

O CreativeCommons, a partir de seis modelos de licença, representa uma mudança de paradigmas. Em vez do “Todos direitos reservados” propõe que se adote o “Alguns direitos reservados”. Confira abaixo:

As seis licenças CC
BY-NC-ND: Atribuição; Uso não comercial; Não a obras derivadas

É a mais restritiva das licenças CC. Permite apenas a redistribuição, mas não libera para modificações nem para usos comerciais e exige que o autor seja citado

BY-NC-SA: Atribuição; Uso não comercial; compartilhamento pela mesma licença

Permite que se crie obras derivadas, que se remixe o conteúdo com a contrapartida de que o autor inicial seja citado e que as novas criações estejam sob a mesma licença. Fins comerciais também não são permitidos.

BY-NC: Atribuição; Uso não comercial

Permite que se crie obras derivadas, que se remixe o conteúdo com a contrapartida de que o autor inicial seja citado.  Não exige que as novas criações estejam sob a mesma licença nem libera para uso com fins comerciais.

BY-ND: Atribuição; Não a obras derivadas

Esta licença permite a redistribuição e o uso para fins comerciais e não comerciais, contanto que a obra seja redistribuída sem modificações e completa, e que os créditos sejam atribuídos ao autor da obra original.

BY-SA: Atribuição; Compartilhamento pela mesma licença

Permite que se remixe e que se crie obras derivadas até mesmo para fins comerciais, mas exige que o crédito seja atribuído ao autor e que essas obras estejam licenciadas sob os mesmos termos.

BY: Atribuição

Menos restritiva entre as licenças CC. Permite que se adapte, que se remixe e que se crie obras derivadas mesmo que sejam para fins comerciais. Exige apenas o crédito ao autor ou responsável pela obra inicial.

Mestre em educação em Engenharias de Mídias para a Educação, professora no Centro Educacional Pioneiro e integrante da equipe de educadores do Instituto EducaDigital, em São Paulo, Débora Sebriam explica que ao escolher uma licença CreativeCommons é preciso por na balança o objetivo com o conteúdo que se pretende disponibilizar. No seu blog “Internetando”, Sebriam optou pela licença CC-BY-NC.

Não é a mais flexível das seis opções, mas Sebriam explica que esta licença lhe agrada também porque ela oferece aos usuários a liberdade de usarem outra licença, que não a CC-BY-NC, caso decidam criar conteúdos derivados dos seus. “Precisam ser apenas licenças compatíveis, mas não necessariamente precisa ser a CC-BY-NC”, diz. A educadora fala com o conhecimento de quem dá aula sobre o assunto. Em recente oficina sobre “Autoria x Propriedade na Cultura Digital”, em São Paulo, ela explicou aos participantes a diferença entre cada uma das seis licenças.

Daniel Caixeta, professor e blogueiro em Goiás e especialista em Gestão Escolar, lida com a tecnologia educacional em sala de aula – onde estimula os seus alunos da pós graduação a usarem ferramentas web – e também fora dela, no seu blog. Por lá, ele aborda diferentes temas de interesse aos educadores, e o CreativeCommons foi assunto tempos atrás. Depois de atribuir ao seu blog a licença CC-BY-NC, ele se preocupou em explicar exatamente o que significa, com um post caprichado ilustrado por uma história em quadrinhos.

Caixeta conta que aprendeu sobre o assunto pesquisando de forma autônoma, e recomenda o caminho para quem não tiver a oportunidade de discutir o assunto com colegas. Para os seus alunos, ele oferece essa possibilidade: numa aula em que os alunos tiveram de criar um blog, foi posto em discussão o tema creative commons. As licenças foram discutidas e votadas e cada dupla de alunos inseriu no seu blog a licença mais adequada. “Se for um blog de gestão escolar, por exemplo, é importante que esta discussão ocorra, para que todos que integram a instituição esteja de acordo com o uso que será permitido aos conteúdos”, sugere.

Fonte: Instituto Claro

Autoria x Propriedade na Cultura Digital

Veja como foi a oficina Autoria x Propriedade na Cultura Digital do Instituto Educadigital na Hub Escola de Outono com Débora Sebriam e Priscila Gonsales.

Confira as fotos aqui

Autoria x Propriedade na Cultura Digital

Workshop inédito no Hub São Paulo pretende reunir artistas, produtores, educadores e demais profissionais de criação para debater novo modelo de gestão de direitos autorais na era digital.

A internet evidenciou uma rede de informação, conhecimento e cultura na qual cada indivíduo passa a ser potencial produtor (autor). Se hoje o conhecimento pode ser construído e reconstruído diariamente pelas pessoas, ele deveria estar também acessível a todos, incentivando práticas de colaboração, participação e compartilhamento. Mas, o que falta para isso acontecer? Como substituir o “todos os direitos reservados” (ou copyright) pelo “alguns direitos reservados” sem prejuízo para o autor?

Essas e outras reflexões estarão presentes no workshop “Autoria x Propriedade na Cultura Digital”, que o Instituto Educadigital (IED) vai realizar no dia 23 de abril, das 19h às 23h, na Hub Escola de Outono. A oficina será conduzida por Priscila Gonsales, diretora-executiva do IED e por Débora Sebriam, gestora de comunicação do IED e curadora de conteúdo do Projeto Recursos Educacionais Abertos Brasil (REA-Brasil). Iniciativa do Hub São Paulo, a Hub Escola é um festival de aprendizagens organizada pelos membros, que acontece de 9 a 26 de abril de 2012.

Benefícios:
- Autores e criadores (músicos, cineastas, escritores, fotógrafos, blogueiros, jornalistas e outros) saberão como utilizar licenças mais flexíveis para permitir usos dos seus trabalhos por parte da sociedade sem deixar de ter sua autoria reconhecida;
- Saber como encontrar e usar em seu cotidiano conteúdos (fotos, vídeos, música, texto etc) licenciados abertamente em Creative Commons, um novo modelo de gestão de direitos autorais presente em mais de 40 países;
- Conhecer iniciativas e casos de sucesso no Brasil e no mundo que adotam modelos de negócio aberto;
- Como cidadão, entender por que o dinheiro vindo de impostos deve gerar recursos livres que permitam uma educação inclusiva para todos;
- Colaborar com a busca de uma educação de qualidade a partir do movimento mundial de Recursos Educacionais Abertos, que promove a valorização da identidade local e a autonomia dos educadores.

Serviço:
Autoria x Propriedade na Cultura Digital
Data: 23/04/2012 (segunda-feira)
Horário: 19h às 23h
Local: Hub São Paulo (http://www.the-hub.com.br/hubescola/contato)
Inscrições: o participante decide quanto pagar (http://the-hub.com.br/hubloja/produto.php?id=45) (http://www.the-hub.com.br/hubescola/inscreva-se)

Esperamos todos vocês :)

Hub Escola de Outono

Em sua quarta edição, Hub Escola se consolida como festival de conhecimento que estimula novas ideias e novos negócios

Evento reúne 80 profissionais para conduzir 54 atividades em três temas: inovação, empreendedorismo e consciência.

Três semanas de oficinas, minicursos, palestras, diálogos, entre outras atividades, estão na programação da Hub Escola de Outono, que começa no dia 9 de abril em São Paulo. Com os temas inovação, empreendedorismo e consciência, o evento visa gerar reflexões e experiências para estimular novas ideias e novos negócios.

“Como nas edições anteriores, buscamos criar um ambiente de aprendizagem para estimular as pessoas que atuam em prol de transformações, de si mesmas e do mundo em que vivem”, explica o coordenador da Hub Escola em São Paulo, Ivan Boscariol, que também estava à frente da última edição, a Hub Escola de Inverno, realizada em agosto de 2011 com a participação de 800 pessoas.

Para a Hub Escola de Outono são esperadas mil pessoas, nas 54 atividades propostas. “Compartilhar conhecimento e expertise de uma forma estimulante e dinâmica é a tônica da Hub Escola. O foco das atividades é a troca, o aprender fazendo e aprender juntos. E o aumento no número de interessados no evento a cada edição mostra o sucesso desse conceito”, afirma Pablo Handl, cofundador do Hub São Paulo, que trouxe a realização do festival para o Brasil.

Com o objetivo de catalisar a criação das mudanças que as pessoas querem ver no mundo, o Hub São Paulo oferece espaços e serviços para que aqueles que têm ideias inovadoras possam acessar recursos, realizar conexões, produzir e compartilhar conhecimento.

Pague o quanto achar justo
A Hub Escola traz um conceito inovador de investimento em educação. O participante decide quanto irá pagar em cada atividade, dentro de um valor mínimo e um valor máximo previamente estipulados. Isso possibilita que aquele que pode contribuir mais, pague mais, e não exclui quem precisa pagar um valor menor.

As inscrições para as atividades já estão abertas e devem ser feitas por um sistema de compras online. Há uma política progressiva de descontos para inscrições acima de quatro atividades.

Confira a programação completa no link:
http://www.the-hub.com.br/hubescola/programacao

Inscrições pelo link: http://www.hubescola.com.br/inscricoes

Serviço – Hub Escola de Outono
Data: entre 9 e 26 de abril de 2012
Local: Hub São Paulo – Rua Bela Cintra, 409 e Rua Fradique Coutinho, 914
Investimento: entre R$ 45 e R$ 300
Outras informações: http://www.hubescola.com.br

Íntegra da Oficina REA no Educaparty

Oficina do Instituto Educadigital no Educaparty 2012 com facilitação de Bianca Santana e minha, Débora Sebriam.

Oficina REA – Parte 1

Oficina REA – Parte 2

Chutando a Escada

Livro: Chutando a Escada – a estratégia do desenvolvimento em perspectiva histórica

Autor: Ha Joon Chang

Adotando uma abordagem histórica, o Dr. Chang constata que a evolução econômica dos países atualmente desenvolvidos difere extraordinariamente dos procedimentos que eles agora recomendam às nações mais pobres. Suas conclusões são convincentes e perturbadoras – os países desenvolvidos estão tentando ‘chutar a escada’, pela qual subiram ao topo, ao impedir que os países em desenvolvimento adotem as políticas e as instituições que eles próprios usaram.

Algumas páginas abaixo.

http://books.google.com.br/books?id=smxW2ShQ4y0C&lpg=PA4&hl=pt-BR&pg=PA28&output=embed

REA no Open Education Week

Compartilhando minha apresentação sobre REA no Open Education Week 2012.

Meu objetivo foi fazer uma introdução aos Recursos Educacionais Abertos, refletindo sobre o conceito, além de falar em detalhes sobre licenças e formatos abertos e também sobre repositórios.

Everything is a Remix

Gastei o ouvido pra entender o inglês e vi e revi Everything is a Remix, uma websérie super interessante de 4 capítulos.

Capítulo 1 – Fala da arte popular da remixagem e usa o exemplo da música para demonstrar que a criação nada mais é que copiar, transformar e combinar.

Capítulo 2 – Explora o remix na produção de filmes.

Capítulo 3 – Fala como a cópia é um elemento importante nas etapas de criação. Criatividade não é mágica! Kirby Ferguson tenta esboçar como se dá o processo de inovação.

Capítulo 4 – Ideias não são propriedade! Quando o sistema de leis prejudica a criatividade.

No site do projeto tem todas as referências, sons, trilha sonora e transcrições dos vídeos. Para quem está antenado em Educação Aberta e Recursos Educacionais Abertos, Lawrence Lessig e Yochai Benkler aparecem :)

Onde eu descobri a websérie? Só podia ser no YouPix! O que seria da minha vida sem este espaço incrível cheio de coisa bacana (pensando alto escrito falante).

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