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Posts Tagged ‘Campus Party’

Íntegra da Oficina REA no Educaparty

Oficina do Instituto Educadigital no Educaparty 2012 com facilitação de Bianca Santana e minha, Débora Sebriam.

Oficina REA – Parte 1

Oficina REA – Parte 2

Oficina Recursos Educacionais Abertos – Educaparty

Aconteceu no Educaparty, dia 09/02, a Oficina Recursos Educacionais Abertos: como usar, criar e compartilhar, promovida pelo Instituto Educadigital (IED), liderada por Bianca Santana – Diretora de Educação do IED e da Casa de Cultura Digital e por Débora Sebriam do IED e do Projeto REA-Brasil. A oficina começou com uma dinâmica e com uma rodada de apresentações dos participantes e constatou-se que a maioria dos estados brasileiros estavam ali representados. A oficina também contou com a presença de integrantes da comunidade REA-Brasil, como Carolina Rossini, Tel Amiel e Andreia Inamorato.

Na dinâmica inicial, Bianca Santana provocou os participantes a se posicionarem em uma linha de concordância ou discordância sobre a afirmativa: “autoria é sinônimo de propriedade”. A grande maioria dos presentes se posicionou contrário a afirmativa. Alguns se pronunciaram explicando que a Internet promove colaboração e que tais palavras não deveriam ser vistas como sinônimos. Já outros, afirmaram que o direito do autor deve ser reconhecido – com o que a todos concordaram. Um último participante trouxe conceitos, diferenciando propriedade de direito de autor, para este a propriedade vincula-se a bens materiais e não para bens imateriais.

Após a dinâmica inicial, o conceito REA da Unesco foi apresentado por Débora Sebriam e alguns dos presentes tomaram a palavra para ressaltar a necessidade de formatos abertos para a elaboração e compartilhamento de Recursos Educacionais Abertos.

As 6 licenças Creative Commons disponíveis e validadas juridicamente no Brasil foram apresentadas explicando-se o funcionamento de cada uma delas. Essa apresentação foi seguida pela discussão dos impactos de escolha de cada licença. No Commons do conhecimento o autor sempre existe, mas também se reconhece que muito do conhecimento produzido por aquele autor vem de uma construção sobre o conhecimento social.

Duas questões práticas foram colocadas ao grupo:

  • como escolher uma licença do Creative Commons
  • como utilizar ferramentas de busca avançadas, como a do Google, para encontrar materiais licenciados abertamente

Após a discussão inicial sobre o conceito e licenciamento aberto de materiais educativos, o grupo realizou um exercício prático no site do Creative Commons e decidiu-se licenciar um plano de aula hipotético. Após responder às duas perguntas básicas, a licença escolhida pelo grupo no exercício foi a CC-BY-NC-SA ( Atribuição – Uso não comercial – Compartilhamento pela mesma Licença) uma das licenças mais restritivas. Uma discussão foi iniciada sobre os impactos da licença, as dificuldades de interoperabilidade legal com outros projetos REA e a perda de oportunidade de ganhos indiretos com licencas como a CC-BY advindas do ganho de notoriedade, fato que resultou um repensar a licença, motivando as pessoas a escolherem licenças mais abertas.

Licenças e compartilhamento continuaram em pauta com uma reflexão sobre o conteúdo do Portal do Professor, Banco Internacional de Objetos Educacionais, Portal Domínio Público e Connexions.

Ao final, os participantes tiveram oportunidade de dar seu depoimento respondendo a pergunta: o que eu faço na minha prática cotidiano tem a ver com REA? Muitos educadores já compartilhavam suas obras criativas na web, entretanto muitos deles, não conheciam REA e as possibilidades de licenciamento abertos e saíram da oficina empolgados com a possibilidade de colher os frutos de publicar REA.

A oficina foi marcada pela participação constante dos presentes, num debate aberto extremamente rico e foram presenteados pelo Instituto Educadigital com exemplares impressos do Caderno REA para professores e do folder REA.

Confira uma apresentação preparada para a oficina.

Fonte: Blog REA e Educarede

Créditos: imagem1 e imagem2

Programa Digi-tas: Educação e Internet

Dentro da programação do Educaparty alguns educadores puderam participar ao vivo do Programa Digi-tas. O tema do programa foi Educação e Internet, veja o programa na íntegra.

 

Alguns vídeos do Educaparty

Alguns vídeos já estão disponíveis, confiram!

Palestra inaugural do Educaparty com Sugata Mitra no palco principal da Campus Party Brasil

A educação vai se reeducar? Alunos x Professores – Academia x Mercado

Inclusão e Mídias Digitais

Educaparty 2012 – clique aqui

Celular na Educação

Educaparty 2012 - clique aqui

 

Wikipedia: Aquí (“Here”) is the title of the debut studio album by Mexican singer-songwriter Julieta Venegas, released on March 24, 1997.

Educaparty vem aí!!!

A Campus Party – um dos maiores eventos de tecnologia chega em sua 5ª edição no Brasil com uma grande novidade: o evento Educaparty.

O Educaparty, que teve sua primeira edição em Valência, na Espanha, é um movimento que visa aproximar a educação dos avanços das recentes inovações em tecnologias digitais. A Fundação Telefônica/Vivo vai levar um grupo de educadores, especialistas, pesquisadores, gestores e universitários das mais variadas cidades brasileiras para vivenciar a intensa programação da Arena e da Área Expo e também participar de uma programação diferenciada, especialmente elaborada para esse público. Professores de sala de aula, gestores técnicos e especialistas na área de Educação e Tecnologia terão a oportunidade de juntos apreciar as atividades e compartilhar suas experiências e desafios durante o evento.

O Educaparty também terá sua própria grade de programação com conteúdos e atividades relacionadas à Educação na Cultura Digital, além de momentos de integração entre os participantes desse movimento.

O evento contará com a presença de Sugata Mitra na sua abertura. Sugata é físico por formação e pesquisador de redes neurais, é uma das personalidades mais originais no campo da educação tecnológica. Desde 1999, desenvolve o projeto Hole in the Wall que tem como objetivo demonstrar os dons inatos de crianças no desenvolvimento de competências em TIC. A iniciativa consiste em instalar computadores nas ruas do interior Índia e de outros países em desenvolvimento e permitir o acesso livre para menores de idade. Professor da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, Sugata Mitra diz que as crianças envolvidas no experimento não só aprenderam a usar computadores de uma forma intuitiva, mas melhoraram significativamente seu desempenho acadêmico.

Cultura Livre, professor hacker, games, celulares, mobilidade, participação social, novos espaços de educação, uso responsável da web, inclusão, recursos educacionais abertos, todos estes temas você encontra nos debates e oficinas do Educaparty com a mediação de grandes especialistas das áreas!

Parabéns a toda equipe do Instituto Educadigital (do qual eu faço parte com muita alegria e orgulho) pelo excelente trabalho na curadoria deste super evento!

Eu e a Bianca Santana mediaremos uma oficina sobre Recursos Educacionais Abertos dia 09/02 no Stand de relacionamento da Telefônica. Se você não está no Educaparty, em breve o Instituto Educadigital vai disponibilizar a íntegra da oficina 🙂

Programe-se: de 07 à 10 de fevereiro de 2012, no Anhembi Parque – São Paulo.

Saiba tudo sobre o Educaparty no Portal Educarede.

Vídeo completo do Debate Educação e Cultura Digital

Para quem perdeu nosso bate-papo de ontem sobre Educação e Cultura Digital na Campus Party Brasil 2011, aqui tem o vídeo completo do debate.

Educação e Cultura Digital: uma combinação necessária

Campus Forum Educação e cultura digital

Educação e Cultura Digital foi o tema do debate de hoje (20/01) na Campus Party Brasil promovido pelo Educarede.

É claro que este debate teve sabor especial pra mim, porque eu era uma das convidadas a subir ao palco. Tive o privilégio de debutar na Campus Party em grande estilo tendo ao meu lado verdadeiras feras! Confira:

  • Bianca Santana – Coordenadora do Projeto Recursos Educacionais Abertos na Casa da Cultura Digital. No mestrado em Educação da Universidade de São Paulo, pesquisa os usos das tecnologias digitais na Educação de Jovens e Adultos. É ativista da cultura livre e membro da Rede pela Reforma da Lei do Direito Autoral.
  • Priscila GonsalesGrupo de Estudos Educar na Cultura Digital, GEO- ECD Jornalista, máster em Educação, Família e TIC pela Pontifícia Universidade de Salamanca (ES), especialista em Gestão de Processos Comunicacionais pela ECA-USP, atua na área de educação desde 1997, principalmente em organizações do 3º Setor. Pesquisadora do Cenpec desde 2001, é responsável pela coordenação do Programa EducaRede Brasil, baseado em um portal educacional aberto e gratuito que desenvolve uma metodologia de comunidade virtual entre escolas baseada em projetos de aprendizagem.
  • Luciano MeiraOlimpíada de Jogos Digitais e Educação (OjE). Graduado em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia do Recife (1984), Mestre em Psicologia Cognitiva pela Universidade Federal de Pernambuco (1987), Ph.D. em Educação Matemática pela University of California at Berkeley (1991). Professor Adjunto do Departamento de Psicologia da UFPE e pesquisador da Pós-Graduação em Psicologia Cognitiva da mesma instituição. Foi pesquisador do CNPq de 1992 a 2007, e é atualmente bolsista de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologia da Informação do SOFTEX-PE (2008-2011). Também é consultor em educação da Joy Street, empresa do Porto Digital (PE) que desenvolve a Olimpíada de Jogos Digitais e Educação (OjE) e de estudos de usabilidade do C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), uma organização sem fins lucrativos associada ao Centro de Informática da UFPE.
  • Milada Gonçalves – Mediação – Programa EducaRede Brasil

Optamos por um bate-papo aberto, sem muitas apresentações de slides. De toda forma, deixo aqui um resumão das experiências educativas que apresentei durante as minhas falas.

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